Soluções

Inteligência feita para a economia real

Agentes implantados nas operações que movem mercadorias e transações.

Visão das Soluções
AI Deployment Agentes implantados na operação real em ~30 dias. Saiba mais
Processos estruturados

A camada determinística
sob cada agente

Workflows definem exatamente o que acontece, em que ordem e sob quais condições — toda vez. A inteligência decide dentro de um processo que não improvisa.

Operação crítica não corre em improviso. Cada fase sabe quem pode atuar, qual transição vale e qual prazo se aplica — por arquitetura, não por convenção.
Lógica do processo

Cada decisão é explícita,
não inferida

  • Fases com dono

    Cada fase declara quem pode atuar nela — humano ou agente, definido por permissão. Ninguém executa fora do próprio mandato.

  • Transições válidas

    O movimento permitido é declarado no modelo, e a rota pode exigir campos preenchidos antes de liberar — o item não pula etapa nem avança sem o que a próxima fase precisa.

  • Distribuição por estratégia

    Round-robin, menos carregado ou fila para reivindicação — o grupo de atribuição distribui os itens por estratégia declarada, não no combinado do corredor.

Prazos que se cumprem

SLA de quatro relógios,
monitorado o tempo todo

  • Quatro dimensões simultâneas

    Prazo da fase, do item na fase, global do workflow e global do item — monitorados em paralelo, em minutos, do início ao fim.

  • Estouro vira evento

    Um worker dedicado varre os prazos continuamente — no rompimento, emite o evento de timeout que o motor de regras consome na hora.

  • Escalação sem depender de alguém notar

    Quando a fase declara um destino de timeout, o item é roteado para a escalação automaticamente. O atraso nunca fica esperando ser percebido.

Ordens em movimento

O processo reage
ao mundo

Agendar demo
  • Tudo emite evento

    Item transicionado, arquivo processado, mensagem recebida, linha atualizada — cada mudança de estado vira um evento tipado que o motor de regras consome.

  • Grafos de regra, seis tipos de nó

    Gatilhos, condições, interruptores, ações, esperas e valores — a reação é modelada como grafo legível, não escondida em código disperso.

  • Tempo também é gatilho

    "Todo dia 5 às 9h, rodar o fechamento e postar o resumo" é uma regra de calendário — com fuso horário e horário de verão tratados, sem agente carregando relógio próprio.

Como o processo aguenta volume,
complexidade e o inesperado

O que separa um fluxo de demonstração de um processo que opera de verdade é o comportamento quando algo demora, falha ou reinicia.

Coreografia assíncrona

Agentes não se chamam uns aos outros: deixam rastros no modelo — item criado, linha atualizada, mensagem postada — e o motor roteia o próximo passo. Uma etapa pode levar horas ou dias, com humano no meio, sem quebrar a cadeia.

Trabalho distribuído sem acoplamento.

Esperas resilientes

Quando o processo aguarda uma resposta, o estado da espera vive no banco — não na memória de um worker. A execução sobrevive a reinício e é segura com múltiplas réplicas rodando.

Reiniciar a infra não perde caso no meio.

Silêncio visível

Toda espera carrega timeout e um caminho de escalação explícito: postar de volta no fio, abrir exceção, notificar o plantão. A coreografia que silenciosamente desaparece é o pior modo de falha — e aqui não tem caminho para ela.

Sem resposta vira exceção, não mistério.

Rastreio por item

Cada unidade de trabalho do cliente — a nota, o contrato, o chamado — carrega uma chave imutável que atravessa workflows, conversas e execuções de agente. "O que a plataforma fez por causa deste item" é uma consulta, não uma investigação.

Do pedido ao desfecho, uma só história.

Processo sob governança

Deadline arquitetural

O prazo não é convenção operacional — é monitorado pela plataforma, com escalação provisionada quando rompe.

Permissão por fase

Quem pode atuar em cada etapa — humano ou agente — é decisão de governança no IAM, não combinado informal.

Evidência por etapa

Workflows podem exigir documento por fase — com o acesso do agente ao arquivo registrado na trilha.

Auditável de ponta a ponta

Cada transição, regra e ação de agente é linha imutável no audit — a resposta é uma consulta.

+360Processos críticos
98,7%SLA garantido
−70%Horas manuais
100%Ações rastreáveis

Perguntas frequentes

O que acontece quando um prazo estoura?

O rompimento vira evento na hora: um worker dedicado varre os prazos continuamente e, quando a fase declara um destino de timeout, o item é roteado para a escalação automaticamente — sem depender de alguém perceber o atraso. As quatro dimensões de prazo (fase, item na fase, e os dois globais) são monitoradas em paralelo.

Quem define o que o agente pode fazer em cada fase?

Você — como decisão de governança. Cada fase declara quem pode atuar nela, humano ou agente, via permissão no IAM. Mudar o mandato de um agente numa etapa é uma mudança de permissão com efeito imediato, não uma alteração de código.

E quando o processo muda?

O workflow é modelado, não codificado: fases, transições, prazos e regras de encaminhamento são configuração legível. A evolução do processo é uma mudança de modelo, com histórico — não um projeto de desenvolvimento.

Como acompanho um item ao longo do processo inteiro?

Cada unidade de trabalho carrega uma chave de correlação imutável que atravessa workflows, conversas, arquivos e execuções de agente. Perguntar "o que aconteceu com este pedido" retorna a cadeia completa — cada salto registrado como linha imutável no audit.

Workflows funcionam sem agentes?

Sim — o processo estruturado governa humanos e agentes com as mesmas regras. Dá para começar com o time operando o workflow e introduzir agentes fase a fase, sob as permissões de cada etapa, sem redesenhar o processo.

Estruture os processos que
movem o seu negócio