Permissão para invocar
Chamar uma função é uma ação governada: quem pode invocar o quê é grant no IAM — e o agente sem permissão nem vê a função no contexto da execução.
Executa por mandato, não por acaso.Identidade, processos, dados e governança — doze pilares, um motor de políticas.
Visão da PlataformaAgentes implantados nas operações que movem mercadorias e transações.
Visão das Soluções
AI Deployment
Agentes implantados na operação real em ~30 dias.
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Funções com entrada e saída declaradas, registradas num catálogo, invocáveis por agentes e regras — o processo que já existe entra na operação sob permissão.
Processos legados, em qualquer linguagem, viram funções governadas — sob as mesmas regras de permissão de qualquer outra ação.
Cada função declara o que recebe e o que devolve — quem invoca sabe exatamente o que esperar, e o motor valida o que entra.
As funções vivem registradas num catálogo — descobríveis, versáveis e com dono, em vez de scripts espalhados em máquinas e repositórios.
Agentes e regras chamam a função sob as mesmas regras de permissão de qualquer outra ação — código não é atalho para fora da governança.
As integrações abrem conexão a partir da plataforma para os seus sistemas — sem porta aberta no seu datacenter por iniciativa da plataforma.
O acesso usa credencial sob custódia do cofre, resolvida no momento exato da execução — sem segredo exposto ao agente nem gravado no caminho.
Toda execução fica registrada com autor, permissão e contexto — a integração com o ERP tem o mesmo padrão de evidência do resto da operação.
O cálculo em Python, a rotina em Java, o script que só o Carlos entende — processos escritos em qualquer linguagem podem virar funções governadas.
O que rodava na máquina de alguém, sem registro e sem permissão, passa a ter contrato, catálogo, dono e trilha — sem reescrever a lógica que já funciona.
Registrada no catálogo, a função vira capacidade que agentes e regras invocam nos workflows — o conhecimento embutido no código entra no jogo.
Executar código na operação crítica exige as mesmas garantias de qualquer ação — permissão, segredo protegido e evidência.
Chamar uma função é uma ação governada: quem pode invocar o quê é grant no IAM — e o agente sem permissão nem vê a função no contexto da execução.
Executa por mandato, não por acaso.A função que chama a API de um terceiro usa a credencial resolvida pelo cofre na hora — nem o agente que disparou, nem a regra que orquestrou, nem o log jamais contêm o segredo.
Integração real sem segredo circulando.Cada chamada entra na trilha imutável com autor, contexto e resultado — "que código rodou, por quê e com que efeito" é uma consulta ao audit central.
O legado ganha a trilha que nunca teve.Não há agente de execução em máquina sua: a conexão parte da plataforma para os seus sistemas, sob permissão declarada, com credencial do cofre e cada chamada registrada.
Perímetro intacto, RFP simples.Entrada e saída explícitas em cada função — sem caixa-preta que recebe qualquer coisa e devolve surpresa.
Invocar é grant: concedido, auditável e revogável com efeito imediato, como qualquer acesso.
Cada execução com autor e contexto no audit central — evidência de código no mesmo padrão do resto.
Credenciais resolvidas pelo cofre no momento do uso — nunca no código, nunca no log, nunca com o agente.
Não — a lógica que já funciona é empacotada como função, com entrada e saída declaradas, e registrada no catálogo. O que muda é o entorno: a função ganha dono, permissão e trilha.
Em qualquer linguagem — o pilar foi desenhado justamente para que processos legados, escritos como forem, virem capacidades governadas invocáveis por agentes e regras.
Não. O agente invoca funções do catálogo — com contrato declarado — e apenas as que as permissões dele autorizam. A função fora do mandato nem aparece no contexto da execução.
Não. Não existe agente de execução instalado em máquina do cliente: as integrações abrem conexão a partir da plataforma para os seus sistemas, sob permissão declarada, com credencial resolvida pelo cofre e cada chamada registrada na trilha.
Nunca diretamente: o código referencia a credencial e o cofre a resolve no momento da chamada — o material secreto não aparece no código, no log nem para o agente que disparou a execução, e é removido da resposta antes de qualquer persistência.