Espera que sobrevive
Quando a regra aguarda uma resposta, o estado vive no banco — não na memória de um worker. A execução atravessa reinícios e roda segura com múltiplas réplicas.
Nenhum caso perdido por um deploy.Identidade, processos, dados e governança — doze pilares, um motor de políticas.
Visão da PlataformaAgentes implantados nas operações que movem mercadorias e transações.
Visão das Soluções
AI Deployment
Agentes implantados na operação real em ~30 dias.
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Cada mudança de estado na plataforma emite um evento — e o motor de regras decide o que acontece em seguida. Sem varredura manual, sem depender de alguém lembrar.
Operação contínua exige que as coisas aconteçam quando o mundo muda — não quando alguém percebe que mudou.
Eventos vindos de qualquer serviço, agenda declarada como regra de calendário ou invocação manual — com o payload validado contra um schema declarado no próprio gatilho.
Expressões que filtram quando seguir adiante e ramificações por valor que escolhem o caminho — a decisão fica visível no grafo, não enterrada em código.
Chamadas tipadas para os serviços — invocar agente, transicionar item, enviar mensagem —, suspensões que aguardam o mundo responder e dados intermediários computados no caminho.
"Todo dia 5 às 9h, rodar o fechamento e postar o resumo no canal da liderança" — declarado como regra de calendário: diária, semanal, mensal ou por intervalo.
Cada agenda carrega o fuso horário e o tratamento explícito de horário de verão — o fechamento não atrasa uma hora em outubro.
O disparo agendado emite um evento como outro qualquer — as mesmas condições, ações e esperas se aplicam, sem nenhum agente carregando relógio próprio.
Uma regra pode acionar a próxima — e as salvaguardas de cascata impedem que o encadeamento vire disparo descontrolado.
Retry e replay carregam a correlação da execução original — repetir um passo não abre um caso novo nem duplica a trilha do item.
A execução do agente, a regra que disparou, a mensagem postada de volta — cada salto da cadeia é uma linha imutável no audit. "Por que isso aconteceu" tem resposta determinística.
Reagir ao evento é a parte fácil. O difícil é continuar certo quando a resposta demora dias, o sistema reinicia ou a contraparte silencia.
Quando a regra aguarda uma resposta, o estado vive no banco — não na memória de um worker. A execução atravessa reinícios e roda segura com múltiplas réplicas.
Nenhum caso perdido por um deploy.A espera é ancorada numa chave de correlação — o fio da conversa, o item do workflow, a execução do agente. Quando a contraparte completa o ciclo, a regra retoma exatamente de onde parou.
A resposta retoma o caso certo, sempre.Toda espera carrega prazo e um caminho de escalação explícito: postar de volta no fio, abrir exceção no workflow, notificar o plantão. O silêncio da contraparte nunca desaparece em silêncio.
Sem resposta vira exceção com dono.A nota, o contrato, o chamado — cada unidade de trabalho carrega uma chave imutável propagada por toda a cadeia, incluindo retries e replays. O consumo e as ações são atribuíveis ao item que os originou.
"O que rodou aqui" é uma consulta.A regra é modelo consultável — quem audita lê o grafo, não interpreta código disperso em serviços.
Esperas persistidas no banco: reinício de infraestrutura não perde caso nem duplica execução.
Encadeamento com salvaguardas — reação em cadeia é desenho deliberado, nunca acidente.
Cada execução de regra é uma linha imutável no audit central — com gatilho, caminho percorrido e efeito.
Três origens: eventos emitidos por qualquer serviço da plataforma a cada mudança de estado (item transicionado, arquivo processado, mensagem recebida), agenda declarada como regra de calendário, e invocação manual — com o payload validado contra um schema declarado no próprio gatilho.
As salvaguardas de cascata do motor: o encadeamento entre regras é permitido, mas protegido — regras que disparam regras seguem limites estruturais, e cada elo fica registrado individualmente na trilha, então a cadeia inteira é reconstituível.
Nada se perde: o estado da espera vive no banco, não na memória do processo. A execução retoma quando o evento aguardado chega — mesmo que dias depois, mesmo após reinício, mesmo com múltiplas réplicas rodando.
Consultando a trilha: cada salto — o evento que disparou, a regra executada, a condição avaliada, a ação despachada — é uma linha imutável no audit central. A pergunta "por que isso aconteceu" tem resposta determinística, não reconstrução heurística.
São complementares: o workflow modela o movimento do processo — fases, transições, prazos; as automations são o motor que reage aos eventos — inclusive aos do próprio workflow, como um timeout de fase que roteia o item para escalação. O processo dá a estrutura; a reação dá o movimento contínuo.