Two-way handshake
Invocar um agente exige duas condições simultâneas: o invocador pode chamá-lo, e o agente pode acessar o alvo — executando sob token e grants próprios, nunca herdando os de quem chamou.
Comprometer um lado não afeta o outro.Identidade, processos, dados e governança — doze pilares, um motor de políticas.
Visão da PlataformaAgentes implantados nas operações que movem mercadorias e transações.
Visão das Soluções
AI Deployment
Agentes implantados na operação real em ~30 dias.
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Este principal tem permissão de executar esta ação sobre este recurso? O IAM faz essa pergunta para todos — usuário, agente, chave de API — no mesmo grafo, sob o mesmo motor.
Não há principal especial rodando em segundo plano com permissões implícitas. Cada acesso é explícito, cada delegação é registrada.
Usuário, membro de organização, chave de API, agente e principal de serviço — todas as identidades vivem no mesmo grafo, sujeitas ao mesmo motor de políticas.
Cada ator carrega exatamente as permissões que precisa — auditáveis e revogáveis uma a uma, não pacotes de acesso que ninguém sabe o que incluem.
O motor não trata agente como exceção: permissionar, auditar, promover e aposentar um agente são as mesmas operações usadas para qualquer membro do time.
Pasta de workflows, bucket de arquivos, canal, projeto de conversas, agente, app — cada recurso de topo funciona como zona federada de governança.
O IAM controla quem pode criar as fronteiras; o serviço dono delega o acesso dentro delas — em duas camadas que não se atropelam.
Nenhum papel organizacional implica acesso automático ao conteúdo de uma zona — cada acesso é explícito, cada delegação registrada.
Quando a operação declara que o agente que audita não pode aprovar, isso vive como permissão no IAM — governança que depende de disciplina manual é governança que falha sob pressão.
O nível de autonomia de cada agente é o conjunto de grants que ele detém — promover é ampliar por evidência, reverter tem efeito no mesmo instante.
Cada concessão de acesso fica registrada com quem deu, para quem e sobre o quê — a auditoria consulta o grafo, em vez de entrevistar pessoas.
Controle de acesso se prova nos momentos difíceis — a invocação suspeita, a credencial comprometida, a permissão que precisa sumir agora.
Invocar um agente exige duas condições simultâneas: o invocador pode chamá-lo, e o agente pode acessar o alvo — executando sob token e grants próprios, nunca herdando os de quem chamou.
Comprometer um lado não afeta o outro.O que um agente pode fazer em cada execução é derivado das permissões daquele momento — a ação não autorizada nem aparece no contexto. Não existe "lista de permitidos" paralela para dessincronizar.
Política e prática nunca divergem.Reduzir uma permissão muda o comportamento no mesmo instante — sem deploy, sem janela de manutenção, sem "vale até o próximo release". Rebaixar um agente é uma operação de segundos.
O botão de emergência funciona na hora.Cada organização é unidade de isolamento estrutural — nos dados, nos workers e na apresentação. Memórias, arquivos, conversas e tabelas não têm caminho de código para cruzar tenants.
Vazar entre clientes? Impossível.Na dúvida, o motor nega — o acesso existe porque foi concedido, nunca porque ninguém proibiu.
Não há rota privilegiada que contorne o motor de políticas — nem para admin, nem para suporte, nem para agente.
Concessões, revogações e verificações de acesso ficam no audit central — a resposta ao auditor é uma consulta.
Segredos vivem no cofre e são resolvidos no momento do uso — quem executa nunca vê o material secreto.
Nenhum — e essa é a tese do pilar. O agente é uma identidade como qualquer outra: mesmo grafo, mesmo motor de políticas, mesma pergunta a cada ação. Não existe principal rodando em segundo plano com permissões implícitas.
Mudando a permissão — e só isso. O conjunto de ações do agente é derivado dos grants no momento de cada execução, então restringir a permissão muda o comportamento no mesmo instante, sem tocar em código.
Não. Nenhum papel organizacional implica acesso automático ao conteúdo de uma zona — cada bucket, workflow ou canal é uma fronteira cujo acesso precisa ser concedido explicitamente pelo dono, com a delegação registrada.
Com consultas: quem tem acesso a quê é leitura do grafo de permissões; quem acessou o quê é leitura da trilha imutável. A resposta que costuma exigir semanas de planilha vira minutos de query.
O raio de dano é limitado por arquitetura: o two-way handshake impede que uma identidade comprometida desbloqueie agentes que ela não podia invocar, cada agente executa sob token próprio, e a revogação tem efeito imediato — um lugar, um clique, valendo agora.