Leitura de documentos
O agente lê PDFs, digitalizados e anexos como estrutura, não como blob: pede o outline, os campos extraídos ou o texto completo, e navega o documento para raciocinar sobre ele.
Documento vira dado, não anexo morto.Identidade, processos, dados e governança — doze pilares, um motor de políticas.
Visão da PlataformaAgentes implantados nas operações que movem mercadorias e transações.
Visão das Soluções
AI Deployment
Agentes implantados na operação real em ~30 dias.
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Na Ergon, o agente é cidadão de primeira classe — com permissões, memória e trilha próprias. O motor de políticas faz a mesma pergunta para humanos e agentes.
Um agente não é um script com acesso aos seus sistemas. É uma identidade governada — com permissões, memória e trilha — no mesmo plano que um humano.
Cada agente tem principal próprio, papéis e grants — permissionável, auditável e aposentável como um membro do time, não um processo escondido.
O que cada agente acessa — workflows, planilhas, canais, arquivos — aparece na ficha, com o número de autorizações concedidas. Nada vive só no código.
Quando foi criado, o que executa, sob qual configuração. O time inteiro de agentes legível numa tela, para o gestor e para a auditoria.
O agente vive no mesmo grafo de identidades que humanos e chaves de API — com identidade própria, sujeita ao mesmo motor de políticas.
Teto em valor e em tokens, por dia, semana ou mês — por agente e por quem o aciona; o primeiro limite atingido interrompe. Custo de IA vira orçamento, não surpresa.
Cada ação registrada como evento tipado, com link para o contexto — lote conciliado, item criado, arquivo lido. Auditar é consultar.
Peça em linguagem natural e o agente construtor monta o workflow, configura os gatilhos e escreve as instruções — em produção, não em roadmap.
O que o construtor gera é a mesma configuração declarativa de sempre — legível, versionada e revisável por quem governa antes de entrar no ar.
O agente que constrói opera sob os próprios grants, e o que ele cria passa pelos mesmos portões de governança de qualquer construção manual.
As telas acima são a superfície. Por baixo de cada uma, o agente é feito destas peças — como pensa, o que lembra, o que pode fazer e quem autoriza. Abra o que interessar.
Agendar demoO agente decide em tempo real quando executar, consultar ou escalar — com transparência e dentro das fronteiras que você definiu.
O caráter do agente por escrito: o que sempre diz, o que nunca diz e como trata temas sensíveis — no seu vocabulário e na sua política.
Instruções passo a passo para situações específicas — como verificar a identidade antes de dar acesso a dados da conta, ou confirmar o pedido antes de faturar.
Memória é resumo de conversas marcadas como compartilháveis — apagou a conversa, a memória derivada é purgada junto.
Quando uma resposta usa memória, isso aparece — com a lista do que foi recuperado e link para o conteúdo integral. Memória oculta não tem caminho de código.
A pasta de memória é navegável por quem tem permissão: dá para ler cada entrada, ver de onde veio e excluir a um clique.
O conjunto de ações disponível em cada execução é derivado das permissões do agente naquele momento — não de uma lista fixa no código.
A ação que o agente não pode executar nem aparece no contexto da execução — não é bloqueada depois, é inexistente antes.
Quer limitar o que uma execução pode fazer? Restrinja a permissão — o efeito é imediato e vale para todas as invocações seguintes.
Cada acesso do agente a um serviço exige oferta e aceite registrados — nenhum lado abre o acesso sozinho, e comprometer um agente não compromete os outros.
O que o agente lê e escreve em cada pilar — workflows, planilhas, arquivos, canais — é explícito, consultável e revogável.
Revogar um acesso é uma mudança de permissão com efeito no mesmo instante — sem deploy, sem janela, sem release.
Cada capacidade é invocada sob permissão — o agente raciocina, escolhe a ação e a trilha registra o que foi feito.
O agente lê PDFs, digitalizados e anexos como estrutura, não como blob: pede o outline, os campos extraídos ou o texto completo, e navega o documento para raciocinar sobre ele.
Documento vira dado, não anexo morto.Recuperação híbrida — semântica e por termos exatos — sobre os arquivos governados da organização: procedimentos, políticas e histórico, no ponto certo da conversa.
A resposta certa, com a fonte junto.Funções de código governadas: o agente aplica regras de negócio, transforma estruturas de dados e computa valores durante a execução — com input e output declarados.
Regra aplicada com precisão de código.Chamadas ao ERP, CRM e APIs com a credencial resolvida no momento da execução pelo cofre — o agente age no sistema sem nunca ver o segredo.
Integração real, sem credencial exposta.Transicionar o item de workflow, atualizar a linha da planilha, anexar o arquivo, enviar a mensagem no canal — ações tipadas, cada uma registrada com autor e contexto.
Tudo o que o agente toca deixa trilha.Quando a tarefa pede um especialista, o agente invoca outro agente como capacidade — passando o contexto e seguindo a execução, cada um sob os próprios grants.
Especialista sob demanda, governado.Adicionar um agente a uma conversa é a mesma operação que adicionar um humano — três padrões cobrem toda a colaboração.
Um humano, um agente, uma conversa. O humano pede, o agente responde, executa ações e registra tudo — o agente como participante, não como serviço escondido.
O agente trabalha à vistaDois ou mais agentes na mesma conversa, com um humano coordenando — cada um sob os próprios grants. A transcrição mostra quem fez o quê, em que ordem, com que evidência.
O humano dirige sem virar gargaloDois agentes coordenam sob orquestração de uma regra, sem humano no fio — mas qualquer pessoa pode entrar a qualquer momento, ler do começo e anular decisão.
Porta sempre aberta ao humanoInvocar exige permissão dos dois lados — o agente executa sob grants próprios, nunca os do invocador.
Memória, arquivos, conversas e dados nunca cruzam organizações — o isolamento é estrutural, não configuração.
Cada decisão do agente pode ser reconstruída: o que viu, o que fez e com que base — consulta, não reconstrução.
Reduzir a permissão reduz a autonomia no mesmo instante — sem deploy, sem janela, sem release.
Só dentro do perímetro de permissões que você definiu — e por decisão sua. Todo agente começa em copilot (analisa e propõe, não executa) e é promovido por estágios, com base na evidência do próprio audit trail. A reversão é imediata: reduzir a permissão reduz a autonomia no mesmo instante.
A memória é sempre divulgada: cada conversa mostra se será lembrada, cada resposta indica quando usou memória e quais entradas recuperou, e a pasta de memória é navegável por quem tem permissão — com exclusão a um clique. Memória oculta não tem caminho de código na plataforma.
Cada ação fica registrada com contexto — o que o agente viu, o que fez e com que base — então o erro é localizável em minutos, não em investigação. O operador rebaixa o agente na hora se necessário, corrige a configuração e promove de novo quando a evidência sustentar.
Por integração governada: as credenciais ficam sob custódia cifrada e são resolvidas no momento da chamada — o agente nunca vê o segredo. Cada acesso exige permissão explícita registrada, e revogar tem efeito imediato.
Não. Agentes assumem o volume e a rotina; o seu time fica com as exceções, as decisões e o relacionamento — trabalhando no mesmo fio que os agentes, com visibilidade total e poder de intervir a qualquer momento.