Interfaces da operação

A tela certa para cada um,
sobre o mesmo modelo

Apps compõem workflow, tabela, canal e agente numa interface única — a tela que faz exatamente o que o operador precisa, com os campos do negócio dele.

O operador não quer aprender a plataforma inteira. Quer uma tela com os campos do seu negócio — no vocabulário do seu domínio.
Composição de pilares

Workflow, tabela, canal e agente
numa interface só

  • Peças que já existem

    O app não reconstrói nada: compõe "workflow A, tabela B, canal C, agente D" numa tela única — o modelo operacional é o mesmo por trás de toda interface.

  • O vocabulário do domínio

    Os campos do seu negócio, com os nomes que a sua operação usa — a tela fala a língua de quem trabalha nela, não a da plataforma.

  • Produtivo sem treinamento

    O operador abre a tela e trabalha — o que ele não precisa ver não está lá, e o que precisa está a um clique, no lugar esperado.

Acesso externo confinado

O formulário público que
não abre a plataforma

  • URL própria, sem conta

    O cliente do cliente, o fornecedor, o cidadão — interagem com a operação pela web, num formulário público sob URL própria, sem precisar de conta na plataforma.

  • Sessão curta, escopo confinado

    O acesso externo usa um principal dedicado, com token de curta duração vinculado à tripla aplicativo-visão-recurso — inservível em qualquer outra interface.

  • Sem trânsito entre apps

    A mesma pessoa em dois aplicativos são duas identidades independentes — o escopo de um formulário nunca vira chave para outro.

Uma interface para
cada ponta da operação

O mesmo modelo operacional por trás; na frente, a tela que cada público precisa — nem mais, nem menos.

O operador do cliente

A tela do dia a dia: a fila de trabalho, os campos do caso, a conversa com o agente e a ação de aprovar — tudo num lugar, no vocabulário da operação dele.

Produtivo no dia um, sem treinamento.

O cliente do cliente

O fornecedor que envia a nota, o cidadão que abre a solicitação, o cliente que acompanha o pedido — um formulário público, sem conta, com escopo confinado ao que aquele formulário toca.

Na operação sem entrar na plataforma.

A liderança

Visões de acompanhamento sobre o dado vivo — o status real dos processos, agora, direto do modelo — em vez de apresentações compiladas a partir de exportações de ontem.

Reunião sobre o agora, não sobre ontem.

O agente coautor

O agente propõe e evolui interfaces sob as mesmas permissões que um humano — a tela que a operação precisa amanhã pode ser desenhada pela própria operação.

Interfaces acompanham, não atrasam.

Editar nunca derruba o que está no ar

As visões são versionadas: edita-se a próxima revisão enquanto a atual segue no ar — publicar é um ato explícito, não um efeito colateral de salvar. O agente participa da evolução das telas sob as mesmas permissões que governam humanos, e cada mudança fica na trilha: o que mudou, quem publicou e quando.

Revisão publicada, histórico completo.

Interface sob governança

Sem porta nova

A tela não cria caminho de acesso próprio — cada ação é avaliada pelo mesmo motor de sempre.

Escopo pela tripla

O acesso externo é vinculado a aplicativo-visão-recurso — o token não serve em nenhuma outra interface.

Sessão limitada

Usuário estreito com contrato de sessão curto — pertence a exatamente um aplicativo, sem trânsito de escopo.

Publicação deliberada

O que está no ar é o que foi publicado explicitamente — com revisões, autor e histórico de cada mudança.

+360Processos críticos
−70%Horas manuais
24/7Interfaces no ar
100%Ações rastreáveis

Perguntas frequentes

Meu operador precisa aprender a plataforma inteira?

Não — esse é o problema que o pilar resolve. O operador trabalha numa tela desenhada para o trabalho dele, com os campos e o vocabulário do negócio; a plataforma inteira fica por trás, governando, sem aparecer.

Meu fornecedor ou cliente final precisa de conta?

Não. Ele interage por um formulário público sob URL própria, com um tipo de identidade dedicado de escopo confinado — envia o documento, abre a solicitação ou acompanha o caso sem nunca ter acesso à plataforma.

Um formulário público não é um risco de segurança?

É desenhado para não ser: o token de sessão é de curta duração e vinculado à tripla aplicativo-visão-recurso — inservível em qualquer outra interface. E a mesma pessoa em dois aplicativos são duas identidades independentes, sem trânsito de escopo entre elas.

Posso mudar uma tela sem parar a operação?

Sim — as visões são versionadas em revisões publicáveis: você edita a próxima versão enquanto a atual segue no ar, e publicar é um ato explícito. Errou? A revisão anterior está lá.

Quem constrói as telas?

A Ergondata configura as interfaces da operação contratada; clientes com time técnico constroem as próprias sobre a plataforma; e agentes participam da autoria sob as mesmas permissões que governam humanos — sempre com publicação explícita.

A operação inteira,
na tela de cada um